O post sobre os 30 anos do London Calling vai levar mais tempo do que eu pensei. É bastante difícil falar de The Clash, ainda mais quanto eu pretendo não criar mais um desses blogues "sou-cool-e-melhor-que-um-jornalista". Eu tenho um certo entusiasmo com a e(ste)tica DoItYourself coisa que eu pretendo abordar outro dia, e vou tentar tocar esse barco por ai ...
Das motivações.
Eu sei que você se lembra de Anos Incríveis, do Mario do SNES e até de quando exibiam Edward Mãos de Tesoura na Globo (ah aquela dublagem...)
Mas nem todo mundo tem recordações dos dias em que Goku era só um garoto com um rabo, emo eram Sunny Day Real Estate e Braid e Orange County era só um teen-movie com o Jack Black e o filho do Tom Hanks. Então por hora eu vou me dar ao trabalho de
resgatar um pouco disso tudo que passou batido (e infringir leis de copyright) discorrendo sobre coisas que vocês cambada de underage deixaram passar.
Próximo Post - Tony Hawk, bandas que não entraram.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
RESET
Dentre as várias formas práticas para se resolver problemas, desde as pragas do Egito e a travessia do mar vermelho até o Viagra, passando pelo teorema de Pitagoras e os cartões de crédito nenhuma delas foi tão útil quanto os vários botões "RESET" que eu encontrei pelo caminho (até porque eu não fui hebreu em nenhuma vida passada, desisti dessa vida de cálculos, nunca tenho crédito e louvado-seja-deus meu pipi ainda funciona...) Agora largando de palhaçada a grande sacada do RESET, é que ele realmente ignora qualquer coisa que esteja acontecendo - e acaba por te forçar a se virar pra botar a casa em ordem (e sem os efeitos colaterais como AVC ou vagar 40 anos no deserto e NÃO entrar na TerraPrometida.)
então é isso.
logo mais começam as comemorações dos 30 anos do London Calling e outras traquinagens
então é isso.
logo mais começam as comemorações dos 30 anos do London Calling e outras traquinagens
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